Entrevista com o Vampiro (Neil Jordan)



Sinopse

Acidentalmente um repórter (Christian Slater) começa uma conversa com um homem (Brad Pitt) que diz ser um vampiro com duzentos anos e conta a trajetória de sua vida, desde a época em que ainda não era vampiro e como foi infectado pelo vampiro Lestat (Tom Cruise), com quem teve grandes aventuras mas também grandes desavenças.


Ficha Técnica

Título Original: Interview with the Vampire: The Vampire Chronicles
Gênero: Suspense
Tempo de Duração: 122 minutos
Ano de Lançamento (EUA): 1994
Estúdio: Geffen Pictures
Distribuição: Warner Bros.
Direção: Neil Jordan
Roteiro: Anne Rice, baseado em livro de Anne Rice
Produção: David Geffen e Stephen Wooley
Música: Elliot Goldenthal
Direção de Fotografia: Philippe Rousselot
Desenho de Produção: Dante Ferretti
Direção de Arte: Malcolm Middleton
Figurino: Sandy Powell
Edição: Mick Audsley e Joke van Wijk
Efeitos Especiais: Digital Domain / Effects Associate Ltd. / Hunter Gratzner Industries Inc. / Stan Winston Studio / Stetson Visual Services / The Computer Film Company


Elenco

Tom Cruise (Lestat de Lioncourt)
Brad Pitt (Louis de Pointe du Lac)
Antonio Banderas (Armand)
Stephen Rea (Santiago)
Christian Slater (Daniel Malloy)
Virginia McCollam (Prostituta)
Kirsten Dunst (Claudia)
Thandie Newton (Yvette)
John McConnell
Mike Seelig
Bellina Logan

Fonte: www.adorocinema.com

Diários de Motocicleta (Walter Salles)



Sinopse

Che Guevara (Gael García Bernal) era um jovem estudante de Medicina que, em 1952, decide viajar pela América do Sul com seu amigo Alberto Granado (Rodrigo de la Serna). A viagem é realizada em uma moto, que acaba quebrando após 8 meses. Eles então passam a seguir viagem através de caronas e caminhadas, sempre conhecendo novos lugares. Porém, quando chegam a Machu Picchu, a dupla conhece uma colônia de leprosos e passam a questionar a validade do progresso econômico da região, que privilegia apenas uma pequena parte da população.

Ficha Técnica

Título Original: The Motorcycle Diaries
Gênero: Drama
Tempo de Duração: 128 minutos
Ano de Lançamento (EUA): 2004
Site Oficial: www.motorcyclediaries.net
Estúdio: Southfork Pictures / FilmFour / Tu Vais Voir Productions / Senator Film Produktion GmbH
Distribuição: Buena Vista International
Direção: Walter Salles
Roteiro: Jose Rivera, baseado nos livros de Che Guevara e Alberto Granado
Produção: Michael Nozik, Edgard Tenenbaum e Karen Tenkhoff
Fotografia: Eric Gautier
Desenho de Produção: Carlos Conti
Direção de Arte: Laurent Ott
Figurino: Beatriz de Benedetto e Marisa Urruti
Edição: Daniel Rezende


Elenco

Gael García Bernal (Che Guevara - jovem)
Susana Lanteri (Tia Rosana)
Mía Maestro (Chichina Ferreyra)
Mercedes Morán (Celia de la Serna)
Jean Pierre Nohen (Ernesto Guevara Lynch)
Rodrigo de la Serna (Alberto Granado)
Gustavo Pastorini (Passageiro)
Jaime Azócar
Ulises Dumont
Facundo Espinosa

Fonte: www.adorocinema.com

TRAILER



MÚSICA TEMA: "AL OTRO LADO DEL RÍO" (JORGE DREXLER)

Napoleon Crossing the St. Bernard Pass, 1801 (Jacques-Louis David)

Leonidas at Thermopylae, 480 aC, 1814 (Jacques-Louis David)

O Rapto das Sabinas, 1799 (Jacques-Louis David)

Stallion Moonlight Duel (David Jean)

A Tortura de Prometeu, 1819 (Jean-Louis-Cesar Lair)

Meu Plano (Lenine / Dudu Falcão) - Daniela Mercury





Meu plano era deixar você pensar o que quiser
Meu plano era deixar você pensar
Meu plano era deixar você falar o que quiser
Meu plano era deixar você falar
Coisas sem sentido
Sem motivo, sem querer
Andei fazendo planos pra você

Engano seu, achar que fosse brincadeira
Engano seu
Aconteceu de ser assim dessa maneira, e o plano é meu
Mesmo sem motivo
Sem sentido, sem saber
Andei fazendo planos pra você
Pra você eu faço tudo e um pouco mais
Pra você ficar comigo e ninguém mais
Largo os compromissos
Deixo tudo ao largo
Você tenta em vão me convencer
Que é melhor não fazer planos pra você

Meu plano era deixar você fugir quando quiser
Meu plano era esperar você voltar
Engano seu, achar que o plano é passageiro
Engano meu
Acho que o destino, antes de nos conhecer
Fez um plano pra juntar eu e você
Pra você eu faço tudo e um pouco mais
Pra você ficar comigo e ninguém mais
Largo os compromissos
Deixo tudo ao largo
Você tenta em vão me convencer
Que é melhor não fazer planos pra você

Os Corvos (Arthur Rimbaud)

Senhor, quando os campos são frios
E nos povoados desnudos
Os longos ângelus são mudos...
Sobre os arvoredos vazios
Fazei descer dos céus preciosos
Os caros corvos deliciosos.

Hoste estranha de gritos secos
Ventos frios varrem nossos ninhos!
Vós, ao longo dos rios maninhos,
Sobre os calvários e seus becos,
Sobre as fossas, sobre os canais,
Dispersai-vos e ali restais.

Aos milhares, nos campos ermos,
Onde há mortos recém-sepultos,
Girai, no inverno, vossos vultos
Para cada um de nós vos vermos,
Sede a consciência que nos leva,
Ó funerais aves das trevas!

Mas, anjos do ar, no alto da fronde,
Mastros sem fim que os céus encantam,
Deixai os pássaros que cantam
Aos que no breu do bosque esconde,
Lá, onde o escuro é mais escuro,
Uma derrota sem futuro.

Flores (Arthur Rimbaud)


De um pequeno degrau dourado -, entre os cordões de seda, os cinzentos véus de gaze, os veludos verdes e os discos de cristal que enegrecem como bronze ao sol -, vejo a digital abrir-se sobre um tapete de filigranas de prata, de olhos e de cabeleiras.


Peças ae ouro amarelo espalhadas sobre a ágata, pilastras de mogno sustentando uma cúpula de esmeraldas, buquês de cetim branco e de finas varas de rubis rodeiam a rosa d'água.


Como um deus de enormes olhos azuis e de formas de neve, o mar e o céu atraem aos terraços de mármore a multidão das rosas fortes e jovens.

Mon Animal (Elisa Lucinda)

Eu a vejo quase todas as manhãs.
Não é exatamente bonita.
Aliás ela é de uma feiúra estranha como se carregasse uma boniteza espalhada em si, nos gestos e não nos traços exatamente.
Não importa.
Importa é que a vejo acompanhada perenemente pelo seu cão.
Um pastor alemão com cara de bom companheiro.
E o é. Eu vejo. Olha-a muito, encaixa seu focinho entre os joelhos dela, brinca com ela, gane querendo dengo.
Ela também, essa minha vizinha de uns quarenta e vividos anos, brinca de não-solidão com esse cachorro específico; gosta dele, ri: Não Duque, assim não, deixa o moço, Duque, me espere.
Não vá na minha frente assim, cuidado com o carro, menino. Ele a olha como quem agradece.
E vão os dois, não em vão, pelas ruas de Copacabana sob o sol, felizes que só vendo.
Eu vejo. Ela é camelô; nos encontramos no elevador e eu:
- Vocês se divertem tanto, é tão bonito.
- É, nos conhecemos na rua. Ele olhou pra mim bem nos meus olhos. Eu estava trabalhando.
Vi logo que era um cão bem cuidado fisicamente mas faltava-lhe carinho.
Deixei minhas bugigangas (ela vende coisas que querem imitar jóias antigas) por não sei quanto tempo e fiquei agachada na calçada na Avenida Nossa
Senhora, só namorando ele.
Decidimos que ele viveria comigo. Naturalmente.
Tudo aconteceu "naturalmente", ela frisou, como se quisesse dissipar de mim qualquer sombra de suspeita de um possível roubo. Noutro dia no mesmo elevador, ela com seu carrinho de balangandãs, eu e Duque.
O elevador apertado e ela continuou femininamente a conversa do último elevador nosso:
- Tenho certeza que ele é de câncer. É muito sensível. Só falta falar.
Né Duque? ... ele não é lindo? Eu disse: Lindíssimo. E você que signo é?
- Ah, sou capricórnio mas com ascendente em câncer, combina sim.
Eu vejo Duque lambendo as mãos dela, as magras mãos cujos dedos ela oferecia de propósito e distraidamente a imordida dele.
Eu olho admirando receosa por conta dos afiados dentes dele.
Quase não entendo de cães.
Você tem medo... ô não ofenda ele; Duque entende pensamentos e não gostou do que você pensou. Jamais me morderia, jamais me trairia. Né Duque? Senti o pensamento de Duque latindo que jamais a trairia.
Achei bonito.
Chegamos.
Tchau, bom trabalho.
Tchau Duque. Fui para a rua pensando longamente nos dois. Depois pensei nos mistérios da astrologia e perdi o fio do meu pensamento.
Ao final da tarde avistei pela janela Duque e Angela indo ver o crepúsculo na praia.
Depois vi os dois voltando sorridentes e caninos, sob a noite estrelada; ela com fitas de vídeo penduradas ao braço; sempre conversando com ele.
Tenho inveja de Angela. This is the true. O animal que eu quero não mora comigo, não almoça mais comigo, não brinca mais, não me telefona, não me advinha os pensamentos, não me acompanha ao crepúsculo, não gane querendo dengo, nossos signos parecem não mais combinar.
O animal que quero, pensa demais e por isso não passeia mais comigo.
E o pior: Não me lambe mais.

A Criação de Adão (Michelangelo Buonarrotti)

Mona Lisa (Leonardo Da Vinci)

O Homem Vitruviano (Leonardo Da Vinci)

Sorry To Myself (Alanis Morrisette)






For hearing all my doubts so selectively and
For continuing my numbing love endlessly
For helping you and myself: not even considering
For beating myself up and over-functioning
To whom do I owe the biggest apology?
No one's been crueler than I've been to me


For letting you decide if I indeed was desirable
For my self-love being so embarassingly conditional
for denying myself to somehow make us compatible
for trying to fit a rectangle into a hole
To whom do I owe the biggest apology?
No one's been crueler than I've been to me


I'm sorry to myself
My apologies begin here before everybody else
I'm sorry to myself
For treating me worse than I would anybody else


For blaming myself for your unhappiness
for my impatience when I was perfect where I was
Ignoring all the signs that I was not ready,
For expecting myself to be where you wanted me to be
To whom do I owe the first apology?
No one's been crueler than I've been to me And


I'm sorry to myself
My apologies begin here before everybody else
I'm sorry to myself
For treating me worse than I would anybody else


Well, I wonder which crime is the biggest ?
Forgetting you or forgetting myself...
Had I heeded the wisdom of the latter
I would've naturally loved the former


For ignoring you: my highest voices
For smiling when my strife was all too obvious
For being so disassociated from my body,
for not letting go when it would've been the kindest thing.
To whom do I owe the biggest apology?
No one's been crueler than I've been to me


I'm sorry to myself
My apologies begin here before everybody else
I'm sorry to myself
For treating me worse than I would anybody else


I'm sorry to myself
My apologies begin here before everybody else
I'm sorry to myselfFor treating me worse than I would anybody else


TRADUÇÃO:

Desculpas a mim mesma

Por escutar minhas dúvidas tão seletivamente
Por continuar minha entorpecência amorosa sem fim
Por ajudar a ti e a mim, mas sem me considerar
Por me espancar e me sobrecarregar de trabalho

Para quem devo meu maior pedido de desculpas?
Ninguém foi mais cruel comigo que eu mesma

Por deixar você decidir se eu era realmente desejável
Pela condição de me amar ser algo tão embarassante
Por me negar para que fôssemos, de algum modo, compatíveis
Por tentar encaixar um retângulo num buraco redondo

Para quem devo meu maior pedido de desculpas?
Ninguém foi mais cruel comigo que eu mesma

Peço desculpas a mim
Sou a primeira pessoa a quem peço perdão
Peço desculpas a mim
Por me tratar pior que eu trataria qualquer outra pessoa

Por me culpar pela sua infelicidade
Pela minha impaciência quando eu estava perfeita onde estava
Por ignorar todos os sinais que me mostravam que eu não estava pronta
Por me obrigar a estar onde você quisesse que eu estivesse

Para quem devo minhas primeiras desculpas?
Ninguém foi mais cruel comigo que eu mesma

Refrão

E agora me pergunto: qual crime é o maior...
Esquecer a ti ou a mim?
Eu prestei atenção à sabedoria ou ao atraso?
Eu teria naturalmente adorado a primeira opção

Por ignorar você: minha consciência
Por sorrir quando meu combate estava tão óbvio
Por ser tão desassociada ao meu corpo
E por não deixar pra lá quando essa seria a melhor opção

Para quem devo meu maior pedido de desculpas?
Ninguém foi mais cruel comigo que eu mesma...

Citações do Rock

"A mente é como um pára-quedas. Só funciona se abri-lo."

Frank Zappa

"Se as portas da percepção forem abertas, as coisas irão surgir como realmente são: infinitas."

Jim Morrison, The Doors

"Quando me encontrei com Lennon nos EUA, conversamos muito sobre figuras históricas do mundo. Num momento da conversa, ele me perguntou: 'E no Brasil? Quem é o tal?' Fiquei nervoso e falei a primeira coisa que me veio na cabeça: 'Café Filho!'. Ele então: 'What?!' e eu 'Nothing, forget about it..."

Raul Seixas

"Sou tão bom ator que me finjo de compositor e poeta e todo mundo acredita."

Raul Seixas

"No palco eu faço amor com 25.000 pessoas, depois vou sozinha para casa."

Janis Joplin

"Rock'n Roll não se aprende nem se ensina."

Raul Seixas

"Ninguém morre, as pessoas despertam do sonho da vida."

Raul Seixas

"A desobediência é uma virtude necessária à criatividade."

Raul Seixas

"É melhor queimar do que apagar-se aos poucos."

Frase de Neil Young, constantemente atribuída erroneamente a Kurt Cobain

"Um cara que adota nome de mulher e usa maquiagem? Que idéia original!"

Alice Cooper, falando sobre Marilyn Mason

Guia prático para pais de primeira viagem

Heaven knows I'm miserable now (The Smiths)





I was happy in the haze of a drunken hour
But heaven knows I'm miserable now
I was looking for a job, and then I found a job
And heaven knows I'm miserable now
In my life
Why do I give valuable time
To people who don't care if I live or die ?

Two lovers entwined pass me by
And heaven knows I'm miserable now
I was looking for a job, and then I found a job
And heaven knows I'm miserable now
In my life
Oh, why do I give valuable time
To people who don't care if I live or die ?

What she asked of me at the end of the day
Caligula would have blushed
"You've been in the house too long" she said
And I (naturally) fled
In my life
Why do I smile
At people who I'd much rather kick in the eye ?

I was happy in the haze of a drunken hour
But heaven knows I'm miserable now
"You've been in the house too long" she said
And I (naturally) fled
In my life
Why do I give valuable time
To people who don't care if I live or die ?

Quem sou eu

Minha foto
"Há um prazer na floresta sem trilhas Há um êxtase na margem deserta Há sociedade, onde ninguém se entromete, No mar profundo, e música no seu rugido Eu não amo o Homem menos, mas a Natureza mais..." (Lord Byron)

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