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Mart'nália - Lona Cultural de Jacarépaguá [22/01/2010]





































Mart'nália e Diogo Nogueira - Vivo Rio (16/10/2009)









MART'NÁLIA



Mart’nália, filha de Martinho da Vila e Anália Mendonça, começou a carreira cedo. Antes de lançar Mart’nália (1987), a jovem cantora já fazia backing vocal com a irmã nas apresentações do pai. Passando por grupos diversos e bares no cenário carioca, em 1995 lançou Minha Cara produzido pelo pai. Com pouco reconhecimento, o disco era puro samba-canção.

Foi Caetano Veloso que dirigiu Mart’nália para a percussão. O experiente cantor hoje reconhece a cantora como “pupila” e é um grande admirador da sua maneira única de se apresentar. Foi no seu próximo disco que Mart’nália começou a aparecer para a mídia. Pé do Meu Samba teve a faixa título composta por Caetano Veloso especialmente para a artista. Na turnê deste álbum Mart’nália recebeu vários convidados especiais como Caetano Veloso, Moska, Fernanda Abreu, Zélia Duncan, Lenine e Martinho da Vila. Na virada do ano de 2002 para 2003 a artista se apresentou na praia de Copacabana e em 2003 se apresentou no Teatro Rival BR onde recebeu muitos convidados. Em 2004, foi convidada para participar do projeto “Da idade do mundo”, no Centro Cultural Banco do Brasil, em Brasília e lançou o CD + DVD Pé de Meu Samba.

DIOGO NOGUEIRA



Diogo Nogueira tem 28 anos, é cantor e compositor e vem de uma nobre linhagem do samba. Filho do saudoso compositor e cantor João Nogueira, antes mesmo de completar um mês de vida, Diogo já acompanhava os pais nos pagodes e acostumou-se desde cedo a ser embalado ao som de sambas e choros.

João Nogueira sempre o convidava para participar de seus shows e no samba entre amigos. Logo vieram os convites para Diogo participar das rodas de samba do Rio, hábito que lhe rendeu respeito e aprovação dos bambas ligados à música e ao samba.

Diogo Nogueira fez importantes shows com João Nogueira pelo Brasil. Em Salvador, cantou com o pai no Pelourinho para uma platéia de mais de cinco mil pessoas, em dezembro de 1998, na comemoração do “Dia Nacional do Samba”.Em 1999, participou do show lançamento do disco do pai chamado “João de Todos os Sambas”, no Teatro Rival.

Com a morte de seu pai, Diogo fez bonito cantando “Espelho” no Tom Brasil, em São Paulo, no show gravado ao vivo em homenagem a João Nogueira, ao lado de grandes artistas, nomes como Beth Carvalho, Zeca Pagodinho, Emílio Santiago e D. Ivone Lara. O CD foi lançado em março de 2001.

Além de circular com desenvoltura na Lapa e em palcos da Zona Sul, fez shows no Rio com a participação de artistas como Jorge Aragão, Arlindo Cruz, Monarco, Beth Carvalho, Marcelo D2 , entre outros.

Diogo também vem conquistando o público paulista com shows em espaços como Bar Samba, Bar Mangueira e Traço da União. Diogo se apresentou também no Sesc Pompéia ao lado do compositor Nei Lopes, e vem fazendo shows em diversas casas de São Paulo.

Em dezembro de 2005, participou do antológico show realizado no Theatro Municipal do Rio de Janeiro, comemorando 40 anos de carreira da cantora Beth Carvalho. Em participação solo, Diogo cantou “O Poder da Criação”, emocionando e levando ao delírio a platéia que lotou o Municipal.

Ainda em 2005, Diogo Nogueira fez participação com Marcelo D2 no Prêmio Multishow de Música e defendendeu uma canção no Festival da TV Cultura . Em julho de 2006, no Prêmio TIM de Música, cantou com Alcione em homenagem a Jair Rodrigues.

Em julho de 2007, Diogo Nogueira gravou seu primeiro DVD no Teatro João Caetano (RJ), com clássicos do samba e músicas inéditas. Os cantores Marcelo D2, Xande de Pilares (Revelação) e o violonista Marcel Powell, são os convidados especiais nessa gravação, lançada em novembro de 2007, pela gravadora EMI Music.

Em junho de 2009 Diogo Nogueira lançou, pela EMI Music, o segundo CD de sua carreira, “Tô Fazendo a Minha Parte”, onde apresenta músicas inéditas, de sua autoria e de compositores como Arlindo Cruz, Almir Guineto, Xande de Pilares, entre outros.

Fonte: Last FM

Angola (Artur Maia, Mart'nália, Maré e Paulo Flores) - Mart'nália

Êh Angola, muxima êh
Êh Luanda, mussulo
De onde vem meu povo
terra do homem novo
minha nação Banto Zumbi
Cheiro de jinsaba, nos sons do meu perfume
com semba, samba, soul, charme
Só vivo de madrugada
Sou filho da batucada, okê!
e isso é questão de prazer
minha festa é a Kizomba
"A volta da fogueira"
Lúmbua, mukolo, kalulu,
Fundji e mibiji
Sou filha da Angola
Sou neta da bahia
Sou cria da poesia que vem das ondas do mar
O meu canto é òxossi
Por isso é que eu sou forte
Mutalambô, oxú-pá de Massangá, Lembá-dilê
Obá de Ngana Zumbi ê
Kíanda ossá, crioula
que vem de Ngana zumbi ê

Êh Benguela, MuKumbê
Êh Lubango, Katendê
Êh Cabinda, Lelé bamiô
Êh Bengo, ereum malé
Êh Bié, oxê
Êh Cuango Cubango, Lembá Dilê
Êh Cuanza Norte, afoxê Loni
Êh Cuanza Sul, gexá morô
Êh Cunene, tatá ê mê
Êh Huambu, okê
Êh Huíla, aganju
Lunda Norte, é alocu mambó
Lunda Sul,
Olorum idá quilofé
Luanda

Tava por aí (Mart'nália / Mombaça) - Mart'nália



Tava por aí
Olhando, sentindo, te amando e andando
Gozando sempre
Tava mesmo por aí
Dançando, bebendo, correndo, saindo e ficando
Tomando chuva

Mas tudo bem, cê tava por aí também
Mas, tudo bem, eu tava por aí também

E foi assim que eu te encontrei
Bonita, peituda, cheirosa, pedante, teimosa
Fazendo finta
De vez em quando você vem
Chegando, bulindo, aplaudindo, somando e assumindo
Pintando a sete

Mas tudo bem,cê tava por aí também…

Sou Zé Malandro, sou de rua
e bem que eu gosto
São Jorge é quem manda na lua
me disse que eu tudo posso
A vida continua nua e crua
e muito boa
O vento é o leque da pessoa
que andava a toa

Mas tudo bem, cê tava por aí também…

Você me fez acreditar no calor de um amor do passado
que invadiu,já pintou e bordou noutras vidas
Foi refogando a minha alma com ervas daninhas
Molambo,bendita, princesa bonita, formosa que me conquistou
Mas quando o tempo fecha a ponte
eu desponto sem teto
é um pretexto pra você ficar por aí.

Mas tudo bem, tava por aí também…

Ela é minha cara (Ronado Bastos) - Mart'nália



Causa reboliço aonde passa,
Desce mais redondo que a cachaça...
Ela é a fulana de tal,
O seu palácio vai do Leme ao Pontal,
É a minha mais entre as dez mais.
Ela é gente bem,
Por isso mesmo não dá mole a ninguém,
Mas um dia eu faço ela sambar.

Ela é o colírio da moçada
Quando chega pára a batucada.
Ela é o jazzy,
E há quem diga que parece um rapaz,
Mas quem fala é louco pra encarar.

Ela é minha cara
E nem me olha quando a gente se esbarra,
Mas um dia eu faço ela sambar.
Tira onda de granfina ,
Mas p mim é só a mina
Que enfeitiçou meu coração.
Vai que um dia pinta um clima
E ela vem parar na minha
E eu vou comer na sua mão...


E eu vou comer na sua mão...
E eu vou comer na sua mão...

Quem sou eu

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"Há um prazer na floresta sem trilhas Há um êxtase na margem deserta Há sociedade, onde ninguém se entromete, No mar profundo, e música no seu rugido Eu não amo o Homem menos, mas a Natureza mais..." (Lord Byron)

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