Roberta Sá - Praia de Copacabana [31/12/2009]

Aos 24 anos, a jovem cantora Roberta Sá apresenta o seu Braseiro com jeito de veterana.
Em pouco mais de 3 anos, a música passou de coadjuvante à protagonista na vida de Roberta, desde que ela teve a certeza de que esse era o caminho. Um show no Mistura Fina em 2002, foi uma espécie de marco zero na conquista de aliados de peso.
Felipe Abreu, que assina a direção do vocal de Braseiro, estava lá e foi o primeiro grande incentivador. O músico Paulo Malagutti entrara em cena na produção de uma demo com cinco músicas, que começou a ser gravada em 2003 no estúdio de Rodrigo Campello (que viria a produzir Braseiro).
Natural do Rio Grande do Norte, radicada no Rio de Janeiro desde os nove anos, Roberta sorri e confessa: “Depois de pronta, resolvi fazer a demo chegar às mãos de Gilberto Braga, que estava por estrear a novela Celebridade, e Mariozinho Rocha (o todo poderoso produtor musical da TV Globo). Na cara-de-pau, mesmo.”
O impulso de sagitariana foi prontamente recompensado: “As músicas da demo não casavam com os personagens, mas o Gilberto queria incluir o samba A Vizinha do Lado, de Dorival Caymmi, e me convidou pra gravá-lo”. O tema da personagem Jaqueline Joy foi destaque absoluto de Celebridades. Faltou apenas ligar o nome à pessoa.
Em seguida, Rodrigo Campello passou a trabalhar com Roberta no repertório do álbum de estréia. Felipe Abreu apresentou o material à irmã, Fernanda Abreu, no estúdio, quando a cantora ainda trabalhava na demo. Quando A Vizinha do Lado entrou na novela, Fernanda mostrou o material ao seu empresário João Mário Linhares, dono do selo MP,B.
O time de aliados ilustres ainda contou com as adesões de Ney Matogrosso, que divide vocais com Roberta a faixa Lavoura, Pedro Luís, os músicos da Parede e os veteranos do MPB-4.
O repertório de Braseiro é uma declaração de amor à música popular brasileira.
No processo de gravação de Braseiro, Roberta descobriu outra paixão: pesquisar repertório e ouvir muito. Sempre. O resultado de tanta dedicação à arte está aí.
Release extraído do site oficial da cantora.
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Maria Rita - Circo Voador (02/10/2009)
Maria Rita começou a cantar profissionalmente aos 24 anos. Agora, com 30, não acha que foi tarde. “Você se achar no mundo é uma tarefa muito difícil”, diz a jovem que se formou em comunicação social e estudos latino-americanos nos EUA. Filha de Elis Regina e Cesar Camargo Mariano, de tanto dizerem que ela precisava cantar, Maria Rita resistiu durante algum tempo. “Encaro a vida como um grande processo feito de vários pequenos processos no caminho. Sempre quis cantar. Mas a questão não era querer. Era por quê. Não gosto de fazer nada sem ter um porquê. Fica mais fácil quando você tem um objetivo, uma meta. O motivo passou a existir quando percebi que ficaria louca se não cantasse”, afirma.
Após escolher a hora certa, ela não pode queixar-se dos resultados que alcançou. Aliás, ninguém pode reclamar dos resultados alcançados por Maria Rita. Antes mesmo de lançar um CD foi a vencedora do Prêmio APCA de 2002 como Revelação do ano. Seu primeiro disco, “Maria Rita”, lançado em setembro de 2003, vendeu mais de 1 milhão de cópias em todo o mundo. O primeiro DVD, que traz o mesmo título e foi para as lojas na primeira semana de novembro daquele ano, chegou à marca de 180 mil cópias. Ambos foram lançados em mais de 30 países, incluindo Alemanha, Argentina, Áustria, Bélgica, Canadá, Chile, Colômbia, Dinamarca, Equador, Finlândia, França, Inglaterra, Itália, Japão, Coréia, República Tcheca, México, Holanda, Noruega, Portugal, Suécia, Suíça, Taiwan e Venezuela. Os números referentes à jovem cantora são sempre impressionantes. Maria Rita alcançou, no Brasil (um mercado tido como em crise, ameaçado pela pirataria), Disco de Platina Triplo e DVD de Diamante; em Portugal, CD de Platina. Também, pudera… Foram 160 shows completamente lotados ao longo de 18 meses.
O reconhecimento foi de público e de crítica. Maria Rita venceu prêmios importantíssimos em 2004: Grammy Latino nas categorias Revelação do Ano, Melhor Álbum de MPB e Melhor Canção em Português (“A festa”); Prêmio Faz a Diferença (oferecido pelo jornal “O Globo”); o troféu da categoria Melhor Cantora do Premio Multishow e os do Prêmio Tim nas categorias Revelação e Escolha do Público. Do primerio CD dela, foram trabalhadas as músicas “A festa”, “Cara valente”, “Encontros e despedidas” (que foi tema na novela “Senhora do Destino”) e “Menininha do portão”.
O aprendizado para Maria Rita se deu todo de maneira instintiva e informal. Uma conversa com o pai, quando era mais jovem, ilustra bem isso. Maria Rita pediu que Camargo Mariano a ensinasse a tocar piano. Diante de uma negativa, encolheu-se: “Ok, você não tem tempo, não é?” O pai, que com certeza é uma das grandes referências musicais dela, discordou; disse que tempo, se fosse o caso, ele arrumaria. O problema é que ele aprendera sozinho… “O que ele toca ele não aprendeu com ninguém, então ele não tem o que me passar”, entende agora Maria Rita, que seguiu trilha parecida. Soltava a voz e pronto. Passou a fazer aulas de canto, mais tarde, para “saber usar o instrumento”. Ela até gostaria de ter uma bagagem mais formal, mas por outro lado mostra-se satisfeita com os caminhos que escolheu guiada pelo instinto e pelo coração.
Em setembro de 2005, chegou às lojas o novo trabalho de Maria Rita, “Segundo”. O primeiro single foi “Caminho das águas”. Juntamente com a pré-venda do CD em lojas online, foi feita a “venda digital” do single “Caminho das águas”. Neste último caso, uma novidade no mercado brasileiro de discos, foram tantos downloads que houve congestionamento já na data de lançamento. Todo mundo queria ter Maria Rita gravada no computador. E não é para menos.
O novo CD rendeu à cantora uma extensa turnê no Brasil, participações especiais em diversos CDs nacionais (“Forró pras crianças” e “100 anos de frevo”), shows nacionais (Arlindo Cruz, O Rappa, Os Paralamas do Sucesso, Gilberto Gil e Mart’nália) e internacionais (Jamie Cullum, Mercedes Sosa e Jorge Drexler). O sucesso mundial de “Segundo” lhe rendeu, em 2006, mais dois Grammys Latinos — Melhor Álbum de MPB e Melhor Canção Brasileira com “Caminho das Águas” de Rodrigo Maranhão — e mais de 50 apresentações no exterior com sucesso absoluto de público e crítica no Montreux Jazz Festival, North Sea Jazz Festival, Irving Plaza (NY), San Francisco Jazz Festival, dentre outros.
No dia 14 de setembro de 2007, Maria Rita lançou o seu terceiro CD “Samba Meu”, produzido por Leandro Sapucahy e co-produzido pela própria cantora. O CD teve lançamento simultâneo nos Estados Unidos, América Latina, México, Portugal, Israel e Reino Unido.
Em abril de 2008, a ABPD concedeu o Disco de Platina a “Samba Meu” pelas mais de 125 mil cópias vendidas do CD. O álbum também ganhou o prêmio de “melhor CD” no 15º Prêmio Multishow de Música Brasileira.
Discografia
Maria Rita (2003)
Segundo (2005)
Samba Meu (2007)
Fonte: Last FM


















23:00 | Marcadores: Maria Rita, MPB, Música, Samba, Show | 0 Comments
N (Nando Reis) - Nando Reis
E agora, o que eu vou fazer?
Se os seus lábios ainda estão molhando os lábios meus?
E as lágrimas não secaram com o sol que fez?
E agora como posso te esquecer?
Se o seu cheiro ainda está no travesseiro?
E o seu cabelo está enrolado no meu peito?
Espero que o tempo passe
Espero que a semana acabe
Pra que eu possa te ver de novo
Espero que o tempo voe
Para que você retorne
Pra que eu possa te abraçar
E te beijar
De novo
E agora, como eu passo sem te ver?
Se o seu nome está gravado no
Meu braço como um selo?
Nossos nomes que tem o "N"
Como um elo
E agora como posso te perder?
Se o teu corpo ainda guarda o
Meu prazer?
E o meu corpo está moldado com o teu?
Espero que o tempo passe
Espero que a semana acabe
Pra que eu possa te ver de novo
Espero que o tempo voe
Para que você retorne
Pra que eu possa te abraçar
Espero que o tempo passe
Espero que a semana acabe
Pra que eu possa te ver de novo
Espero que o tempo voe
E que você retorne
Pra que eu possa te abraçar
E te beijar
De novo
De novo...de novo...de novo...
03:24 | Marcadores: MPB, Música, Nando Reis | 0 Comments
Vanessa da Mata - Canecão (11/09/2009)
Vanessa da Mata nasceu em 1976, em Alto Garças, no Mato Grosso – uma pequena cidade a 400 quilômetros de Cuiabá, cercada de rios e cachoeiras. De formação autodidata, ouviu de tudo na infância. MPB, ritmos regionais como o carimbó, samba, música caipira e até música brega italiana, sons que chegavam pelas ondas da rádio AM.
Aos 14 anos, Vanessa se mudou sozinha para Uberlândia, em Minas Gerais, morar em um pensionato: se preparava, então, para prestar vestibular de medicina. Mas já sabia o que queria: cantar. Aos 15, começou a se apresentar em bares locais. Em 1992, foi para São Paulo, onde começou a cantar na Shalla-Ball, uma banda de reggae de mulheres. Três anos depois, excursionou com a banda jamaicana Black Uhuru. Em seguida, fez parte do grupo de ritmos regionais Mafuá. Neste período, ainda dividia seu tempo entre as carreiras de jogadora de basquete e de modelo.
Em 1997, conheceu Chico César: com ele, compôs “TocarA Força Que Nunca Seca”. A música foi gravada por Maria Bethânia, que a colocou como título de seu disco, em 1999. A gravação concorreu ao Grammy Latino e também foi gravada no CD de Chico, “Mama Mundi”. O Brasil descobria uma grande compositora.
Bethânia voltou a gravar Vanessa: “O Canto de Dona Sinhá” esteve no CD “Maricotinha” – com participação de Caetano Veloso - e em sua versão ao vivo. Já “Viagem” foi gravada por Daniela Mercury em “Sol Da Liberdade”.
Com Ana Carolina compôs “Me sento na rua”, do CD “Ana Rita Joana Iracema e Carolina” (2001). A voz e a presença de Vanessa começavam também a chamar atenção. Fez participações em shows de Milton Nascimento, Bethânia e nas últimas apresentações de Baden Powell: estava pronta para estrear em carreira solo.
Em 2002, lançou seu primeiro CD, “Vanessa da Mata” (Sony) – que teve produção conjunta de Liminha, Jaques Morelenbaum, Luiz Brasil, Dadi e Kassin. Entre os sucessos deste disco estão “Nossa Canção” (trilha sonora da novela “Celebridade”), “TocarNão Me Deixe Só” - que estourou nas pistas com remix de Ramilson Maia - e “TocarOnde Ir” (que esteve na trilha da novela “Esperança”)
O segundo disco, “Essa Boneca Tem Manual” (Sony), foi lançado em 2004 e teve produção de Liminha, como quem também dividiu as composições. Além de suas próprias canções – como “Ai ai ai…”, “TocarAinda Bem” e “Não Chore Homem”, regravou “TocarEu sou neguinha” (Caetano Veloso, versão que integrou a trilha da novela “A Lua me disse”) e “TocarHistória de Uma Gata” (Chico Buarque, de “Saltimbancos”). Como “Ai ai ai…”, música nacional mais executada nas rádios em 2006, o álbum chegou a Disco de Platina.
“Sim”, o terceiro disco, lançado em 2007, foi produzido por Mario Caldato e Kassin. O álbum foi gravado entre a Jamaica e o Brasil. Das 13 faixas, cinco tem a participação de Sly & Robbie, dois ícones da música jamaicana. “Sim” é definido, pelo seu título, como “uma resposta positiva à vida, uma resposta de luta”. E conta com participações de Bem Harper, João Donato, Wilson Das Neves, Don Chacal e um time da nova geração da música brasileira,como o baterista Pupillo (Nação Zumbi) e os guitarristas Fernando Catatau (Cidadão Instigado), Pedro Sá e Davi Moraes, entre outros.
Fonte: Last FM
22:30 | Marcadores: MPB, Música, Show, Vanessa da Mata | 0 Comments
Tudo sobre você (John Ulhoa / Zélia Duncan) - Zélia Duncan

Queria descobrir
Em 24hs tudo que você adora
Tudo que te faz sorrir
E num fim de semana
Tudo que você mais ama
E no prazo de um mês
Tudo que você já fez
É tanta coisa que eu não sei
Não sei se eu saberia
Chegar até o final do dia sem você
E até saber de cor
No fim desse semestre
O que mais te apetece
O que te cai melhor
Enfim eu saberia
365 noites bastariam
Pra me explicar por que
Como isso foi acontecer
Não sei se eu saberia
Chegar até o final do dia sem você
Por que em tão pouco tempo
Faz tanto tempo que eu te queria
22:48 | Marcadores: MPB, Música, Zélia Duncan | 2 Comments
Canções de Rei (Dudu Falcão/Max Viana) - Max Viana & Luiza Possi
Se eu fosse algum rei, fosse o teu Senhor
Eu proclamava a tua boca, um reinado meu
O teu corpo nú, meu santuário...
Se eu fosse algum rei, teu Imperador
Eu ordenava, teu coração a gostar do meu
Cada dia teu, meu calendário...
Inventava canções de rei,
Conquistava o teu amor,
Desobedeceria a lei,
Revelava quem eu sou
Te mostrava que só eu sei,
Onde tudo começou
Inventando canções de rei
Pra enfeitar o nosso amor...
01:38 | Marcadores: Luiza Possi, Max Viana, MPB, Música | 1 Comments
Cara Valente (Marcelo Camelo) - Maria Rita
Não, ele não vai mais dobrar
Pode até se acostumar
Ele vai viver sozinho
Desaprendeu a dividir...
Foi escolher o mal-me-quer
Entre o amor de uma mulher
E as certezas do caminho
Ele não pôde se entregar
E agora vai ter de pagar
Com o coração
Olha lá!
Ele não é feliz
Sempre diz
Que é do tipo Cara Valente
Mas veja só
A gente sabe...
Esse humor
É coisa de um rapaz
Que sem ter proteção
Foi se esconder atrás
Da cara de vilão
Então, não faz assim rapaz
Não bota esse cartaz
A gente não cai não...
Ê! Ê!
Ele não é de nada
Oiá!!!
Essa cara amarrada
É só!
Um jeito de viver na pior
Ê! Ê!
Ele não é de nada
Oiá!!!
Essa cara amarrada
É só!
Um jeito de viver
Nesse mundo de mágoas...
Não, ele não vai mais dobrar
Pode até se acostumar
Ele vai viver sozinho
Desaprendeu a dividir...
Foi escolher o mal-me-quer
Entre o amor de uma mulher
E as certezas do caminho
Ele não pôde se entregar
E agora vai ter de pagar
Com o coração
Olha lá!
Ele não é feliz
Sempre diz
Que é do tipo Cara Valente
Mas veja só
A gente sabe...
Esse humor
É coisa de um rapaz
Que sem ter proteção
Foi se esconder atrás
Da cara de vilão
Então, não faz assim rapaz
Não bota esse cartaz
A gente não cai não..
Ê! Ê!
Ele não é de nada
Oiá!!!
Essa cara amarrada
É só!
Um jeito de viver na pior
Ê! Ê!
Ele não é de nada
Oiá!!!
Essa cara amarrada
É só!
Um jeito de viver
Nesse mundo de mágoas...(2x)
Ê! Ê! Ê! Ê!
Ê! Ê! Ê! Ê!
Ê! Ê!
Ele não é de nada...(6x)
15:12 | Marcadores: Los Hermanos, Marcelo Camelo, Maria Rita, MPB, Música, Samba | 0 Comments
Teus Olhos (Marcelo Camelo) - Ivete Sangalo & Marcelo Camelo
Teus olhos abrem pra mim
Todos os encantos
Teus olhos abrem pra mim
Teus olhos abrem pra mim
Todos os encantos bons
Tudo que se quer vai lá
Eu vi na terra
Você chegando assim
Assim, de um jeito tão sereno
Ai, ai, meu Deus do céu
Eu vivo sem pensar
Se sou só
Acho que não vou mais
Agora tudo tanto faz,
meu bem
Eu vi você passar
Levando meu encanto
Caminho sem saber de mim
Eu vivo sem pensar
Se sou só
ou sou mar
Mas eu conto com você
Pois enquanto eu não me resolver
Eu vou lá, eu vou lá
Mas enquanto eu não me resolver
Eu vou lá, eu vou lá
14:17 | Marcadores: Ivete Sangalo, Los Hermanos, Marcelo Camelo, MPB, Música | 0 Comments
Oxóssi (Roque Ferreira / Paulo César Pinheiro) - Aline Calixto
Oxóssi, filho de Iemanjá
Divindade do clã de Ogum
É Ibualama, é Inlé
Que Oxum levou no rio
E nasceu Logunedé!
Sua natureza é da lua
Na lua Oxóssi é Odé Odé-Odé, Odé-Odé
Rei de Keto Caboclo da mata Odé-Odé.
Quinta-feira é seu ossé
Axoxó, feijão preto, camarão e amendoim
Azul e verde, suas cores
Calça branca rendada
Saia curta estampada
Ojá e couraça prateada
Na mão ofá, iluquerê
Okê okê, okê arô, okê .
A jurema é a árvore sagrada
Okê arô, Oxóssi, okê okê
Na Bahia é São Jorge
No Rio, São Sebastião
Oxóssi é quem manda
Na banda do meu coração
13:26 | Marcadores: Aline Calixto, Candomblé, MPB, Música, Religião, Samba, Umbanda | 0 Comments
Vermelho (Vanessa da Mata) - Vanessa da Mata
Gostar de ver você sorrir
Gastar das horas pra te ver dormir
Enquanto o mundo roda em vão
Eu tomo o tempo
O velho gasta solidão
Em meio aos pombos na Praça da Sé
O pôr do Sol invade o chão do apartamento
Vermelhos são seus beijos
Que meigos são seus olhos
Ver que tudo pode retroceder
Que aquele velho pode ser eu
No fundo da alma há solidão
E um frio que suplica um aconchego
Vermelhos são seus beijos
Quase que me queimam
Que meigo são seus olhos
Lânguida face
Seus beijos são vermelhos
Quase que me queimam
Que meigos são seus olhos
Lânguida face
Ver que tudo pode retroceder
Que aquele velho pode ser eu
No fundo da alma há solidão
E um frio que suplica um aconchego
Vermelhos são seus beijos
Quase que me queimam
Que meigos são seus olhos
Lânguida face
Seus beijos são vermelhos
Quase que me queimam
Que meigos são seus olhos
Lânguida face
16:02 | Marcadores: MPB, Música, Vanessa da Mata | 0 Comments
Ainda não passou (Nando Reis) - Nando Reis
Triste é não chorar
Sim eu também chorei
E não, não há nenhum remédio
Pra curar essa dor
Que ainda não passou
Mas vai passar!
A dor que nos machucou
E não, não há nenhum relógio
pra fazer voltar... O tempo voa!
Triste é não chorar
Sim eu também chorei
E não, não há nenhum remédio
Pra curar essa dor
Que ainda não passou
Mas vai passar!
A dor que nos machucou
E não, não há nenhum relógio
pra fazer voltar... O tempo voa!
Eu não suporto ver você sofrer
Não gosto de fazer ninguém querer riscar o seu passado
E o que passou, passou
E o que marcou, ficou
Se diferente eu fosse será que eu teria sido amado?
Por você, por você
15:41 | Marcadores: MPB, Música, Nando Reis, Rock Nacional | 2 Comments
Despedida (Marcelo Camelo) - Maria Rita
Eu não sou daqui também marinheiro
Mas eu venho de longe
E ainda do lado de trás da terra além da missão comprida
Vim só dar despedida
Filho de sol poente
Quando teima em passear
desce de sal nos olhos doente da falta de voltar
Filho de sol poente
Quando teima em passear
desce de sal nos olhos doente da falta que sente do mar
Vim só dar despedida
20:42 | Marcadores: Los Hermanos, Marcelo Camelo, Maria Rita, MPB, Música | 0 Comments
Santa Chuva (Marcelo Camelo) - Maria Rita
Vai chover de novo,
deu na tv que o povo já se cansou de tanto o céu desabar,
E pede a um santo daqui que reza a ajuda de Deus,
mas nada pode fazer se a chuva quer é trazer você pra mim,
Vem cá que tá me dando uma vontade de chorar,
Não faz assim, não vá pra lá, meu coração vai se entregar à tempestade
Quem é você pra me chamar aqui se nada aconteceu?
Me diz, foi só amor ou medo de ficar sozinho outra vez?
Cadê aquela outra mulher?
Você me parecia tão bem,
A chuva já passou por aqui, eu mesma que cuidei de secar,
Quem foi que te ensinou a rezar?
Que santo vai brigar por você?
Que povo aprova o que você fez?
Devolve aquela minha tv que eu vou de vez,
Não há porque chorar por um amor que já morreu,
Deixa pra lá, eu vou, adeus.
Meu coração já se cansou de falsidade
20:33 | Marcadores: Los Hermanos, Marcelo Camelo, Maria Rita, MPB, Música | 0 Comments
Ivete Sangalo - Rio Sampa (02/08/2009)

Ivete Sangalo (Ivete Maria Dias de Sangalo, nascida em 27 de maio de 1972) é uma cantora brasileira.
Nasceu no interior da Bahia, na cidade de Juazeiro, numa família de músicos. Começou a cantar ainda criança e, no colégio, aproveitava os intervalos para tocar violão. Nos saraus familiares, encarregava-se da percussão. Foi morar em Salvador aos dezessete anos, tendo trabalhado como modelo, mas não resistiu à paixão pela música que sempre foi seu sonho.
Carreira:
Começou, tocando em barzinhos, como a maioria, em seguida, realizou alguns shows em cidades do interior da Bahia, chegando a apresentar-se em Pernambuco. Na cidade natal, Juazeiro, recebeu convite para abrir o show de Geraldo Azevedo, no teatro do centro de cultura João Gilberto.
De volta à capital baiana, foi convidada a participar de uma micareta na cidade de Morro do Chapéu. Lá conheceu o produtor Jonga Cunha, fundador do Bloco Eva. Estava iniciado o reinado de Ivete na Banda Eva, com a qual lançou seis álbuns, vendendo mais de quatro milhões de cópias. Atualmente Ivete Sangalo com a carreira solo atinge a marca de 2.000.000 discos vendidos até agora. Antes, em 1992, a artista ganhou o trófeu Dorival Caymmi de melhor intérprete. A carreira solo começou oficialmente ao final da quarta-feira de cinzas de 1999, último carnaval dela com a Banda Eva. Entre abril, maio e junho daquele ano, ela gravou as 14 faixas do CD solo de estréia, “Ivete Sangalo”.
Em seguida, lançou “Beat Beleza”, começando a turnê nacional por Salvador – ela sempre começa pela capital baiana como faz questão de frisar – no mesmo parque de exposições, onde no final de 2001 lançou o terceiro CD solo “Festa”.
Em agosto de 2003 lançou o quarto CD solo, “Clube Carnavalesco, Inocentes em Progesso”. Em março de 2004, lançou o CD MTV Ao Vivo Ivete Sangalo e no final de 2005 lançou seu disco Super Novas e logo emplacou o sucesso “Abalou”
Em Portugal Ivete Sangalo ganhou a sua grande reputação durante o Rock in Rio 2004, e a partir dai a cantora começou a conquistar Portugal. Fazendo digressões que passaram por Lisboa, Porto, Ilha da Madeira entre outros lugares. Voltou no Rock in Rio 2006, no 1º dia (mais vendido) e fez mais de 100.000 pessoas pularem. Um sucesso que se repete em julho na nova digressão de Ivete por terras Portuguesas! É considerada a maior cantora brasileira da atualidade, no Brasil e em Portugal.
No dia 5 de agosto de 2006 lançou a turnê As Super Novas, com um grande show em Salvador, que reuniu mais de 50 mil pessoas.
Ivete Sangalo é atualmente garota-propaganda da marca de chocolates Kopenhagen, Avon, Danone, Garnier, Chevrolet, Arisco, Grendha e a marca de cervejas Schincariol.
Em 16 de dezembro de 2006, Ivete Sangalo gravou no maior estádio do Mundo (Maracanã) o seu novo CD e DVD ao vivo "Multishow ao Vivo, Ivete Sangalo no Maracanã".
Ivete Sangalo ganhou em 2006 os prêmios de melhor cantora do ano, e de melhor música com a grande balada “Quando a chuva passar”, sucesso no Brasil e em Portugal.
Fonte: Last FM






23:00 | Marcadores: Axé, Ivete Sangalo, Micareta, MPB, Show | 0 Comments
A Idade do Céu (Jorge Drexler / versão: Moska) - Moska
Não somos mais
Que uma gota de luz
Uma estrela que cai
Uma fagulha tão só
Na idade do céu...
Não somos o
Que queríamos ser
Somos um breve pulsar
Em um silêncio antigo
Com a idade do céu...
Calma!
Tudo está em calma
Deixe que o beijo dure
Deixe que o tempo cure
Deixe que a alma
Tenha a mesma idade
Que a idade do céu...
Não somos mais
Que um punhado de mar
Uma piada de Deus
Um capricho do sol
No jardim do céu...
Não damos pé
Entre tanto tic tac
Entre tanto Big Bang
Somos um grão de sal
No mar do céu...
Calma!
Tudo está em calma
Deixe que o beijo dure
Deixe que o tempo cure
Deixe que a alma
Tenha a mesma idade
Que a idade do céu
A mesma idade
Que a idade do céu...
Calma!
Tudo está em calma
Deixe que o beijo dure
Deixe que o tempo cure
Deixe que a alma
Tenha a mesma idade
Que a idade do céu
A mesma idade
Que a idade do céu...(2x)
A mesma idade
Que a idade do céu...
... e a original:
La Eda del Cielo (Jorge Drexler)
No somos más
que una gota de luz,
una estrella fugaz,
una chispa, tan sólo,
en la edad del cielo.
No somos lo
que quisiéramos ser,
solo un breve latir
en un silencio antiguo
con la edad del cielo.
Calma,
todo está en calma,
deja que el beso dure,
deja que el tiempo cure,
deja que el alma
tenga la misma edad
que la edad del cielo.
No somos más
que un puñado de mar,
una broma de Dios,
un capricho del Sol
del jardín del cielo.
No damos pie
entre tanto tic tac,
entre tanto Big Bang,
sólo un grano de sal
en el mar del cielo.
15:13 | Marcadores: Jorge Drexler, Moska, MPB, Música | 0 Comments
Sem Dizer Adeus (Moska) - Moska
Eu
Chorei até ficar debaixo d’água
Submerso por você
Gritei até perder o ar
Que eu já nem tinha pra sobreviver (Eu andei...)
Eu
Andei até chegar no último lugar
Pisado por alguém
Só pra poder provar
O que era estar depois do final do além (Eu andei...)
E cheguei exatamente onde algum dia
Você disse que partia pra nunca mais voltar
E eu já estava lá a te esperar sem dizer adeus
Eu
Fiquei sozinho até pensar
Que estar sozinho é achar que tem alguém
Já me esqueci do que não fiz
O que farei pra te esquecer também?
Se eu não sei o nome do que sinto
Não tem nome que domine o meu querer
Não vou voltar atrás
O chão sumiu a cada passo que eu dei (Eu andei...)
15:12 | Marcadores: Moska, MPB, Música | 0 Comments
A Seta e o Alvo (Moska / Nilo Romero) - Moska
Eu falo de amor à vida,
Você de medo da morte.
Eu falo da força do acaso
E você de azar ou sorte.
Eu ando num labirinto
E você numa estrada em linha reta.
Te chamo pra festa,
Mas você só quer atingir sua meta.
Sua meta é a seta no alvo,
Mas o alvo, na certa, não te espera.
Eu olho pro infinito
E você de óculos escuros.
Eu digo: "Te amo!"
E você só acredita quando eu juro.
Eu lanço minha alma no espaço,
Você pisa os pés na terra.
Eu experimento o futuro
E você só lamenta não ser o que era.
E o que era?
Era a seta no alvo,
Mas o alvo, na certa, não te espera.
Eu grito por liberdade,
Você deixa a porta se fechar.
Eu quero saber a verdade
E você se preocupa em não se machucar.
Eu corro todos os riscos,
Você diz que não tem mais vontade.
Eu me ofereço inteiro
E você se satisfaz com metade.
É a meta de uma seta no alvo,
Mas o alvo, na certa não te espera!
Então me diz qual é a graça
De já saber o fim da estrada,
Quando se parte rumo ao nada?
Sempre a meta de uma seta no alvo,
Mas o alvo, na certa, não te espera.
Então me diz qual é a graça
De já saber o fim da estrada,
Quando se parte rumo ao nada?
15:11 | Marcadores: Moska, MPB, Música | 0 Comments
Um Móbile no Furacão (Moska) - Moska
Você diz que não me reconhece, que não sou o mesmo de ontem
E que tudo o que eu faço e falo não te satisfaz
Mas não percebe que quando eu mudo é porque
Estou vivendo cada segundo e você
Como se fosse uma eternidade a mais
Sou um móbile solto no furacão...
Qualquer calmaria me dá... solidão
Na última vez que troquei meu nome
Por um outro nome que não lembro mais
Tinha certeza: ninguém poderia me encontrar
Mas que ironia minha própria vida
Me trouxe de volta ao ponto departida
Como se eu nunca tivesse saído de lá
Sou um móbile solto no furacão
Qualquer calmaria me dá... solidão
Quando a âncora do meu navio encosta no fundo, no chão
Imediatamente se acende o pavio e detona-se minha explosão
Que me ativa, me lança pra longe pra outros lugares, pra novos presentes
Ninguém me sente...
Somente eu posso saber o que me faz feliz
Sou um móbile solto no furacão
Qualquer calmaria me dá... solidão
15:08 | Marcadores: Moska, MPB, Música | 0 Comments
Alegre Menina (Dorival Caymmi / Jorge Amado) - Djavan
O que fizeste, sultão, de minha alegre menina?
Palácio real lhe dei, um trono de pedraria
Sapato bordado a ouro, esmeraldas e rubis
Ametista para os dedos, vestidos de diamantes
Escravas para servi-la, um lugar no meu dossel
E a chamei de rainha, e a chamei de rainha
O que fizeste, sultão, de minha alegre menina?
Só desejava as campinas, colher as flores do mato
Só desejava um espelho de vidro para se mirar
Só desejava do sol, calor para bem viver
Só desejava o luar de prata para repousar
Só desejava o amor dos homens para bem amar
No baile real levei a tua alegre menina
Vestida de realeza, com princesas conversou
Com doutores praticou, dançou a dança faceira
Bebeu o vinho mais caro, mordeu fruta estrangeira
Entrou nos braços do rei, rainha, mas verdadeira
13:16 | Marcadores: Djavan, Dorival Caymmi, Jorge Amado, MPB, Música, Poesia | 0 Comments
Angola (Artur Maia, Mart'nália, Maré e Paulo Flores) - Mart'nália
Êh Angola, muxima êh
Êh Luanda, mussulo
De onde vem meu povo
terra do homem novo
minha nação Banto Zumbi
Cheiro de jinsaba, nos sons do meu perfume
com semba, samba, soul, charme
Só vivo de madrugada
Sou filho da batucada, okê!
e isso é questão de prazer
minha festa é a Kizomba
"A volta da fogueira"
Lúmbua, mukolo, kalulu,
Fundji e mibiji
Sou filha da Angola
Sou neta da bahia
Sou cria da poesia que vem das ondas do mar
O meu canto é òxossi
Por isso é que eu sou forte
Mutalambô, oxú-pá de Massangá, Lembá-dilê
Obá de Ngana Zumbi ê
Kíanda ossá, crioula
que vem de Ngana zumbi ê
Êh Benguela, MuKumbê
Êh Lubango, Katendê
Êh Cabinda, Lelé bamiô
Êh Bengo, ereum malé
Êh Bié, oxê
Êh Cuango Cubango, Lembá Dilê
Êh Cuanza Norte, afoxê Loni
Êh Cuanza Sul, gexá morô
Êh Cunene, tatá ê mê
Êh Huambu, okê
Êh Huíla, aganju
Lunda Norte, é alocu mambó
Lunda Sul,
Olorum idá quilofé
Luanda
13:14 | Marcadores: Mart'nália, MPB, Música | 0 Comments
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- "Há um prazer na floresta sem trilhas Há um êxtase na margem deserta Há sociedade, onde ninguém se entromete, No mar profundo, e música no seu rugido Eu não amo o Homem menos, mas a Natureza mais..." (Lord Byron)
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